ecidi, que
não há mais nada além das cartas,
e retratos...
Desde que, ela partiu,
chorei em todos os quatro cantos do quarto...
Desde que o desejo de vê-la,
não mais me foi permetido,
tive que encolher meu peito,
e respirar de um jeito,
em que o coração fique iludido...
Não me mecho,
não me movo.
Não me queixo. Não me comovo.
Não quero passar por tudo de novo.
Desde acabei sendo eu de novo.
Miseravelmente sou feliz me deixando ser só o que eu consigo ser.
Sem mais, com muito menos.
E assim venho seundo eu, pela metade, com ideais pequenos.
Desde que ela foi embora,
morreram meus pesadelos,
meus lamentos
ao vê-los lamento não ter mais paciência para por a cabeça para fora da janela.
Ando no escuro em lugares desconhecidos,
subo degrais milimétricos
dou passos e tiros no escuro,
estou esquelético
Me afogo em analgésicos.
Diabético.
Suis-antiético.
Patético...
O porque de ela ir, eu não sei, oideo os que sabem, não quero saber...
Por que ela e não eu?
Sem música não sou nada.
Minha vitrola enferrujada
era meu contato com Deus.
Minha viola quebrou.
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