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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Sentir Pensar Saber Ver Entender Digerir Viver Chorar - (SPSVEDVC)³²²³³²³²³²³²

Existe uma diferença.
Existe uma indiferença.
existe uma diferença entre a diferença e a indiferença
E uma indiferença entre a diferença e a indiferença.

Existe uma solução para mim. Só para mim. Sim, o unico mecanismo capaz de comportar a perfeição, a homeostase, é o individualismo intrínseco. É a solidão. O que é perfeito pra mim, pela minha vivência, referência, meus traumas, meus assuntos, minhas questões pessoais... É só meu, em não é homólogo ao seu.

Existe uma diferença entre o pensamento, e o pensamento que nos toca.
Pensar, é pensar, analizar, criar, imaginar... A dicotomia, é o momento nos toca. Neste momento sentimos em nós, na nossa carne, em nossa fibra, em nossa estrutura carnal, o poder da idéia.

O que é um choro?
O choro é a diferença entre ser indiferente.
Pensar pode ser feito por milênios... Agora quando o pensar toca o nosso sentir, basta um piscar de olhos, e tudo muda.
Ha enganos, sim, nos enganamos na mesma maneira que bebemos água. Temos dúvidas de nossa bondade, de nossa seriedade, de nossa preocupação, de nossa indiferença... Mas ao unir o pensar e o sentir, é perfeito.

Existe 1.000.000.000.000.000 (trilhão) de diferenças. O meu perfeito é 0,00000000000,0,0,0,0,1 do todo.
Qual a diferença?

Vejo que esta é a indiferença com esse assunto. Vejo que esta é a falta do encontro do sentir e do pensar. Pois uma vez juntos, não há como ser esquecido, revogado, extornado, negado, devolvido, retrógrado...

"A vida é um filme,
mas não faça cena e não deixe ninguém te filmar.
A realidade da vida, são nossas feridas,
que fazem chorar."

Isso é perfeito pra mim.

Busque o seu perfeito.

Quando o pensaento toca o sentimento eu aprendo algo. Eu prendo algo, eu repreendo algo. Eu pago uma prenda por algo, eu me prendo como água.

Há uma diferença. Qual é?
Não seja indiferente...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Brasil

 Seja a Européia, ou quaisquer outras etnias de qualquer paises desenvolvidos, que denigram a imagem do Brasil, em discurso formal, ou citações, ou em conversas de bar, e qualquer instância  inicial do assunto Brasil, são certamente pessoas com um nível de intelectualidade histórica baixíssimo. O Brasil surgiu como colônia de uma metrópole européia. Portugal foi, a visão de Manoel Bomfim, um parasita sugador e não cuidadoso, com sua colônia, hoje, o nosso Brasil.

Se fossem guardadas mínimas partes dos mineiros e produtos que foram produzidos aqui por escravos e índios, o mesmo Brasil seria uma potencia mundial em riqueza e economia.

Faz jus, além de uma ignorância histórico intelectual dos críticos e difamadoras, o acréscimo de uma hostilidade, ingratidão, frieza, racismo científico (que será visto a frente) e descaso dos mesmos, por terem se erguido devido a nós, Brasil, e paises latino americanos.

O conservadorismo político – pensamento difusor de uma estagnação, implantado no Brasil –  fez jus a manutenção de interesses dos parasitas, pois mudanças com o avanço da economia, iriam por fim a tais.
O federalismo e o voto, eram falhos, errôneos e injustos, já que a o eleitor, deveria saber ler e escrever, onde somente 10% da população tinha direito a tais parâmetros de educação, evidenciando que mesmo as medidas constitucionais, não abrangiam a possibilidade de melhora e de integração. Os 10% por cento, garantiam seus benefícios e privilégios, como sendo detentores do voto.

Nas ultimas décadas do séc XVIII, com o advento da produção e do capitalismo, era inconcebível a uma metrópole em desenvolvimento, a manutenção de colônias.
Neste contexto, as colônias do novo mundo, foram se adaptando as exigências do mundo moderno e da nova realidade internacional existente, adotando assim o sistema republicano, e abolindo gradualmente a escravidão.

Com essa mudança, os continentes dominantes passaram a precisar de uma nova ideologia explicativa para o novo tipo de dominação. Daí surge o “RACISMO CIENTIFICO”.
O homem conseguir fazer com que a “raça”, fosse um fator explicativo das causas da diferença entre os povos. O pai do “RACISMO CIENTIFICO” foi o conde Arthur Gobineau, que postulou que: “A raça branca possui originalmente o monopólio da beleza, da inteligência, e do vigor.”

Em suma, a ideologia colonialista, funciona como um DIABÓLICO mecanismo ideológico, travestido de cientificidade, rapaz de racionalizar como natural, qualquer forma de desigualdade e exploração.

A culpa não é do Lula, do FHC, de ninguém... A culpa é deles...
E da minha terra, ninguém de lá vai falar mau.
Só pra situar a galera, o que é o Brasil, e como ele surge, e onde está realmente o erro.