segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Faze meu mundo se expandir..
Fazer meu mundo se expandir, só internamente, na mente
não mente quem diz, que a reflexão ajuda consideravelmente
a taxa de estresse.
abaixa e amortece.
A previsão pertinente de uma morte eminente...
Comente,
consigo,
eu comigo, você consigo, você consegue, e comigo eu sigo
com tudo, contudo, é preciso separar e canalizar o pensar do agir.
Comente o pensar, ao agir...
Expansão ao falar e ouvir, é ação, expansão, é perceber que existe algo a mais, além:
A percepção.
A perturbação, e a acepção do expandir.
De ma forma o de outra, a expansão não para, em vão não,
repare
pois tem gente que repara.
Quando você mergulha, você consegue impulsão para rompera superfície antiga.
Expansiva iniciativa que ultrapassa a perspectiva, logo quando percebida,
absorção de comida, valida, a expansão garantida.
Mergulhe,
esmiúce.
Entre.
Ventres, e entre o ventre e você muita coisa foi esquecida,
eis que se dá uma nova forma de expandir não só o seu mundo,
mas o seu mundo nessa vida.
à tualidade... a dualidade...
Mas será mesmo que já deixei de ser criança?
Em certo ponto, vejo por atitudes, decisões e complexidades, que me distancio da infantilidade, do infantil, da simplicidade que havia em mim. O comodismo em um e outro, deixa de ser satisfatório, da lugar a uma inquietação de respostas e perguntas, e análises, e sínteses. Maturidade, responsabilidade, influência, desejo, controle... Começo a perceber uma nova fase. Um novo estilo, critica, uma imparcialidade parcial. Adulto.
Mas será mesmo que já deixei de ser criança?
A busca à serenidade aguça os campos mais distintos. A seriedade toma conta, e rege a competência em situações adversas. A repressão faz mais sentido, devido a aceitação convencional dos cidadãos. E as vontades? E os sonhos? E os desejos, birras, pirraças, choros, e fatalmente outras sucintas formas de reencontro, que mesmo por um momento breve, até reprimido, me remetem ao menino irresponsável, descontrolado, “revoltado”, como isso se explica?
Bom... Explicação ainda não encontrei. Ao mesmo tempo que percebo que nem estas questões (outras sucintas formas de reencontro) são encontradas. O “homem” com “h” minúsculo, é o homem social. O homem modelo. O padrão. Este por sua vez, repele tais deflagrações de um resquício de “molecagem”. Deflagrações de um não preparo para o social, e por isto, isso passa a ser revogado, prorrogado, maquiado... E as vezes, o prazo de acerto de contas, já é tarde de mais.
Mas será que devo mesmo deixar de ser criança?
Quem foi que me disse que devo ser esse homem robusto, exímio, e eminente, de acordo com as normas triviais e universais deste mundo, e realidade em que vivemos? Por que deveria eu, que ao nascer, e fazer minha primeira troca de oxigênio, momento em que sou um Homem, plenamente e somente, com “h” Maiúsculo, abrir mão da minha natureza primária e única, para me tornar um repressor da mesma?
Será que estas indagações que aqui faço, são um transparecer de um homem? De uma criança? De um Homem? Tendo em vista tudo que foi dito, chego a uma conclusão breve, que como todas as minhas, serão sempre elaboradas ao longo da vivência: Penso que seria um Homem (“h” Maiúsculo), que não abre mão de ser uma criança, e que como toda criança, tem um medo referente a uma má aceitação de determinado aspecto: Tenho medo, morro de medo, de me tornar um homem (com “h” minúsculo).
Sendo assim. Não faço mais indagações, postergações, análises, e nada. Deixo claro que a minha vivência é somente a minha. Não quis por meio deste relato, causar valoração de bom ou ruim, certo ou errado. Cada um é o que é. Basta cada um saber o que é em sí mesmo.
Por não tecer mais nenhuma exclamação propedêutica na ementa que trago aqui, faço uma outra indagação, fora do campo conversado. O que você é? O que você pensa? O que você reprime, descarta, considera, valoriza, desrespeita? Só isto que deixo, e passo a minha simples visão, de uma criança que sonha, e que quero ser feliz com seus sonhos, tendo dinheiro para comer, e para bancar colégio, roupa aos meus filhos.
Bom.., Vou me retirar, pois não tenho tempo para textos bobos e alusivos, sem sentido como este. Sou um homem muito ocupado, não perco meu tempo com tais reflexões.
=P
Motriz
Que era de lá. Que veio pra cá. Que saiu dali, passando por acolá. Que ja esteve em milhares. Aqueles ilegíveis olhares. Nada se faz sem a concepção de um parto. É a ação que move, impulsiona, alavanca. A dúvida nos estimula, o questionamento nos liberta. Qual? Que era de lá? Que veio pra cá? Que saiu dali, passando por acolá?
Penso que o que move o mundo, resume-se nas simples indagações: Será? Por que? Como?
A imaginação, é aquilo que pode mover, e moldar a lógica.
Além
O tempo todo praticamos a leitura. Basta saber ler.
Vocabulo Cultural
Que era de lá. Que veio pra cá. Que saiu dali, passando por acolá. Que ja esteve em milhares. Aqueles ilegíveis olhares. Nada se faz sem a concepção de um parto. É a ação que move, impulsiona, alavanca. A dúvida nos estimula, o questionamento nos liberta. Qual? Que era de lá? Que veio pra cá? Que saiu dali, passando por acolá?
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Perceba que há uma diferença imensa, em dizer "Quero ser muito feliz", de dizer "Quero muito ser feliz".
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Eu penso que não há diferenciação entre burro e inteligente. Mas vejo que existe uma abrupta diferença entre os acomodados e os curiosos.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
A unica coisa que pode atrapalhar a minha duvida, é o fim do questionamento....
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Penso
Penso que acreditar no pensamento, é prejuducial, e que tomar o pensamento como parâmetro, é genial.
Prezo pelo silêncio, das coisas que não se precisa falar.
-
Penso que errar, é ter errado e fazer de tudo para que o erro não se repita. Logo, errar deixa de ser algo humano, mas, sem comodismo, se torna necessário.
Tem gente que acha que correr é andar mais rápido...
a crescenta
Vejo que a crença em deus, por parte dos fiés, os cegam da aleatoriedade negativa, deixando-os firmes até uma aleatoriedade positiva. Este seria o momento de dizer: Louvado seja deus!
É só lá...
O único lugar no qual me sinto confortável bebado, é em casa.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Nosso Lar
Uma forma de dar forma a formas de pensamentos em forma de uma formula que forma um ser em plena forma de usar a imaginação e formular idéias. O meu LAR são as idéias. Formula mágica da Paz. E da Guerra.
Encarecido
Deixe o melhor de você fazer o que faz...
Entre o mundo das idéias e o mundo "real", está um outro mundo, e outros e mais outros. Seja uma alienígena. Nunca um alienado.
A maior viagem...
To partindo pro pátio do rancho do sítio do distrido do suburbio do interior do início do chão arenoso do barro do rio que jorra da fonte do pátio do rancho que eu acabei de chegar...
Arte
Cada letra passada para o papel, é a paz, como a cada encontro do pé de uma bailarina com o solo. A unica diferençã é que eu não uso vestido e não tenho coque. O alongamento é mental, a fadiga é sentimental, e a disciplina é a vida.
Maquiavílico
Outro dia estava a pensar sobre o mundo, e sua farça. Lembrei de uma piada que eu contava, que sinseramente não vejo mais graça... O mundo traça um padrão, e como uma traça em ação, ficamos numa farça de ilusão de que o mundo é humano. Ele gira, vai e volta, mata e da vida, prende e solta. O impressionante, é que amanhã eu posso voltar a rir da piada. Como posso nunca mais lembrar dela...
A vida é
A vida é um sonho.
A Logividade, são os despertares mágicos.
A Logividade, são os despertares mágicos.
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Memórias... Como os conflitos da minha mente... De lembrar como eramos, mesmo sem saber, sem ter vivido, ou visto (São Tomé puro). Mas uma esperança de que o ser humano um dia ja foi bom... E que sómente está sonolento... E que um dia virá o despertar mágico.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Quimera
Minha Farsa de ilusão, é a minha força de alusão.
A minha mentira sobre o irreal, é a inversão do "real".
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