Durante um tempo procurei me encontrar em estilos diferentes, lugares diferentes; não satisfeito passei para gostos diferentes, prazeres diferentes... Concluo que o que preciso na realidade, é de uma nova espécie, diferente da espécie humana.
Quem sabe assim eu me sinta fazer parte de algo.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Existem pessoas que tem o pé no chão. Existem pessoas sem chão. E existe os que tem imaginação.
Existem barreiras, existem traumas, e a fragilidade.
Existe Apolo, existe Dionísio e existe o Artista.
Deus, Diabo, Ser Humano.
Batalha, Guerra, Paz.
Sim, não e por que.
Mundo, subconsciente e surto psicótico agudo.
Foda-se. Foda-se. E Arte.
Existem barreiras, existem traumas, e a fragilidade.
Existe Apolo, existe Dionísio e existe o Artista.
Deus, Diabo, Ser Humano.
Batalha, Guerra, Paz.
Sim, não e por que.
Mundo, subconsciente e surto psicótico agudo.
Foda-se. Foda-se. E Arte.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Poetas são como dentistas.
Eles fazem o canal, eles moldam e purificam a palavra como uma broca que precisa fazer aquele barulho insuportável, para conseguir lapidar o dente.
A leveza que você sente em
Eles fazem o canal, eles moldam e purificam a palavra como uma broca que precisa fazer aquele barulho insuportável, para conseguir lapidar o dente.
A leveza que você sente em
relação as palavras do Poeta é incompatível com o que de fato o Poeta sente.
Escrever é um parto. Escrever é um transe. Escrever é existir em um breve momento, em que a criatividade de forma aleatória e improvisada enxerga um ponto indeterminado, e inicia-se assim uma corrida contra o tempo para que esse ponto não fuja da imaginação do Poeta. Este ponto é como uma cárie dentária. E lá vai o dentista com suas anestesias, sua broca, quebrar, esmiuçar, bater, e brigar com aquele feixe de Idéia, com aquela cárie; para que com isso, possa lapidar e polir da melhor maneira que puder, aquele Dente.
A mesma Idéia que trouxe este texto. Com a mesma corrida, e mesmo processo de esmiuçar, quebrar, romper, despir...
Escrever é algo surreal. É incomodo. Palavras são leves por mero amor a Arte. O que está por trás é profundo, é denso, é escuro, as vezes doloroso.
Escrever é uma dor de Dente.
Escrever é um parto. Escrever é um transe. Escrever é existir em um breve momento, em que a criatividade de forma aleatória e improvisada enxerga um ponto indeterminado, e inicia-se assim uma corrida contra o tempo para que esse ponto não fuja da imaginação do Poeta. Este ponto é como uma cárie dentária. E lá vai o dentista com suas anestesias, sua broca, quebrar, esmiuçar, bater, e brigar com aquele feixe de Idéia, com aquela cárie; para que com isso, possa lapidar e polir da melhor maneira que puder, aquele Dente.
A mesma Idéia que trouxe este texto. Com a mesma corrida, e mesmo processo de esmiuçar, quebrar, romper, despir...
Escrever é algo surreal. É incomodo. Palavras são leves por mero amor a Arte. O que está por trás é profundo, é denso, é escuro, as vezes doloroso.
Escrever é uma dor de Dente.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Quanto mais um assunto lhe causa estranheza, e está fora do seu entendimento, é o quanto ele está distante de você.
É sinal que você deve falar o menos possível sobre ele. E pensar o máximo possível.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Normalmente os melhores serão pessoas humildes. Pois não é possível alguém ser tão bom se não tiver Humildade.
A Mulher terá acesso, contato e passe livre ao ponto fraco do Homem.
Isto se, e somente se, este Homem a Amar e consequentemente compartilhar seu íntimo com a mesma.
Homens que tem medo de se expor ao Amor, ainda não sabem o que é o paraíso. Mulheres que desapontam o Homem que lhes deu passe livre ao seu íntimo, são pouco sábias.
Isto se, e somente se, este Homem a Amar e consequentemente compartilhar seu íntimo com a mesma.
Homens que tem medo de se expor ao Amor, ainda não sabem o que é o paraíso. Mulheres que desapontam o Homem que lhes deu passe livre ao seu íntimo, são pouco sábias.
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