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Insanabile cacoëthes scribendi.

domingo, 29 de maio de 2011

Vejo que um potente inimigo da imaginação, são as necessidades. Uma necessidade consegue inibir a ação da criatividade.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Penso que se todos fôssemos surdos, nossa comunicabilidade seria muito melhor.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Superficial mente, alguns pensam que eu aprendi muito...
Consistente mente, alguns me mostram que eu não aprendi nada...

À Arte.

O melhor material de um artista, são a sua base, sua academia, seu alicerce individual.
São os acontecimentos em sua própria vida.
O artista é aquele que vê uma fragilidade em si, e consegue mesclar códigos ecumênicos, em qualquer campo simbólico.
Um artista não vive sem si mesmo.
Ao mesmo tempo que o artista que vive só para si, não é um artista... Ele quer chamar atenção.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Não se esqueça de vez enquando, de se esquecer, só de você. É pegar leve com o egoismo.

Tentando me ajudar...

Antes dos 15 não conta... Imaginemos aos 20,
O mundo todo aponta, uma vertente seguinte...
Olhando fatos, relatos, boatos, boeiros, ratos, palácios, contratos,
faculdade, extratos, retratos, lembrando dos tempos de 15.
Uma beve fluência, sem uma relatíva veracidade em aparência,
sobre pouca experiência... E entende-se que: Depende só de mim, a ascendência, ou decadência.
Turbulência, olhando as mais diversas ondas sonoras em diversas frequências.
Frenéticas tentativas, de praticar a eloquência...
Pensar em ser bom, e se machucar ao praticar a benevolência...
Inteligibilidade de entender, que não precisa ser mal... Mas pegar leve na inocência.
Imagino agora, os 30, os 40, os 50 anos seguintes...


Falo agora com 20 (21 na verdade),
tentato entender a minha vida, e a ilusão das diferentes idades...
São momentos de euforia, por obsorver algumas verdades...
E no final de 365 dias... Percebo uma vulnerabilidade...

No total fora mais de 1.000.000 de erros que devo ter cometido...
Entre um erro e outro, 1 Bilhão de sentimentos que tenho sentido.
Tenho tentado... Porém tenho errado. Pois tenho me escutado, e me dado ouvido.

Com meus simples e humildes, e pequenos e infames 21 anos,
descobri que não descobri nada. E descobri que a vida, é "descobrir que nada sei constantemente"...
Me imagino, me aluciono, tentando não ver a vida em formato de sino.
Me extermino, me contamino, me deprimo, me chamo de menino,
mas não me aprisiono no meu raciocínio.

Tenho começado a perceber, que as vezes não tenho deixado eu mesmo crescer.
Parece que não quero evoluir, amaduracer... Como se pegasse o pensamento, me acomodasse,
e começasse a me enaltecer.
Complexo. De um lado, me fecho, e de outro me vejo totalmente aberto...
Tentando olhar de fora, não tem nexo.

Sinto que eu tenho sido eu, e não tenho entendido meu reflexo.
Eu falo coisas para mim, escutos vozes minhas em minha cabeça.
O pensamento quer que eu suba... Mas as vozes querem que eu desça.
É como um comparça que faz de mim um sonhador...
Mas me impede de fazer com que o sonho aconteça.

Com 40 não imagino...
Para os 30 me preparo...
Com os 50, eu tento criar sentido,
Chegando nos 200 eu paro...

Mas seja em qualquer 1...
Em qualquer 1 destes,
Quero sempre repetir a fase que falei...
E ao mesmo tempo esquece-la,
por perceber que a vida é solta, em uma desordem ilógica,
disposta perenemente em movê-la.

Quero chegar ao simples pensamento de que sou pequeno.
Ponto final.
Quero parar de mentir pra mim, falar dos meus problemas, externalizar meus problemas,
Ponto final.
Quero resovler meus problemas, parar de reclamar de tudo, e nos meus problemas colocar um
Ponto final.

Quero aprender a cada dia, quero amar quem eu amo, até o dia do nosso
Ponto final.
Dar o parecer, de nada serve...
O importante sereia que aparecesse algo feito,
e que a atitude de ação se conserve, no que concerne,
à sair do comodismo.
É uma questão de ter que enganar a sí mesmo. Eu me conheço, percebo alguns dos meus defeitos, sei muitas vezes o que esperar de mim. E com isso, eu tenho que enganar a mim mesmo, pra não acabar me enganando mais uma vez...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Canseira do cancer de mais uma segunda-feira. Conseguimos criar um ambiente insuportavelmente desprezível. Seria aprazível parar de falar, e me revoltar, aderindo ao coquetel, ou combustível. O ser humano vive anos, e não sobe de nível. Risível, e não da pra rir.
Sou chamado de maluco, depressivo.
Sou antagônico, sem mérito. Heurístico, sem desmérito. Cansei. Depois voltarei a normalidade. Mas é congnitivo. Um poema acaba sendo inexpressivo. Sou um doente, problemático, por mero pensamento alusivo. Inofencivo. Cancei do cancer que tenta viver em mim... Pois nele eu não vivo.