Canseira do cancer de mais uma segunda-feira. Conseguimos criar um ambiente insuportavelmente desprezível. Seria aprazível parar de falar, e me revoltar, aderindo ao coquetel, ou combustível. O ser humano vive anos, e não sobe de nível. Risível, e não da pra rir.
Sou chamado de maluco, depressivo.
Sou antagônico, sem mérito. Heurístico, sem desmérito. Cansei. Depois voltarei a normalidade. Mas é congnitivo. Um poema acaba sendo inexpressivo. Sou um doente, problemático, por mero pensamento alusivo. Inofencivo. Cancei do cancer que tenta viver em mim... Pois nele eu não vivo.
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