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Insanabile cacoëthes scribendi.

terça-feira, 28 de junho de 2011


Visão:

De visão em visão, rumo a divisão.
Expanda a sua visão... E os seus olhos se abrirão.

Aperto no peito do trágico, do por do sol e o desaparecimento de todas as cores aprezíveis e deleitantes.
O depara-se com verdades que na verdades não passam de idéias...
Perceber que está esurecendo. Perceber que está tudo se esvaindo.
Entender que você não entende além das imagens comodas, que te saciam, e uma resposta ainda que seja mesmo por um piscar de olhos.
Como é entrar em seu próprio mundo?
Um mundo de imaginações e símbolos que ultrapassam o surrealismo do Circo de Soleil.
Como é encar a sí próprio, digerir a sí próprio, lutar consigo mesmo, e perceber que você tem se enganado?
É tão difícil lutar, e encarar o seu maior inimigo... O silêncio.
Sim... É ele que te mostra uma disconjuntura e uma aflicão mediante a solidão. Sim. É ele que te demostra lacunas que não foram se quer percebidas, tapadas, tratadas, entendidas...
É mais comodo, mais fácil, mais deleitoso se prender ao não se perder. Pois se você se perde, onde será o caminho de volta pra casa? Mas que casa é esta que ao adentrá-la, você se depara com seres estranhos?
Encarar a realidade é se encarar.
Aceitar a ‘’realidade’’ é se eganar.
Você espera até o ultimo momento para fugir e não dar vida ao seu maior bem: A sua loucura...
Você se afasta cada vez mais de sí mesmo e sente um conforto ao encontrar um manjá dos ‘’deuses’’ nesta vida social, captal, de interesses banais.
Cultos semelhantes a religiosidade conseguem temperar suas espectativas, aguças suas ogivas nucleares, que você mesmo não suporta uma crise atômica.
E conta com uma força motora: intemperante medicorum nutrix – É a intemperaça que alimenta a medicina.
Atípico e estranho, o momento íntimo de não encontrar resposta, logo é melhor receper o que vem de fora. Lá você projeta a salvação. A calma. O controle. O amor. A vida.
Desculpa meu caro, minha cara. Estás perdendo tempo.
Os seus olhos vem não o que eles querem, mas aquilo que eles suportam. Eles enxergam somente o que estão preparados.
Imensros na Physis da vida, nos deparamos com a fuga de nós mesmos. Perdemos nossa personalidade. Perdemos nossa autonomia. Perdemos a coragem. Perdemos a resistência. Não se quer conhecemos nossos ideais.
Amigo, amiga... Ainda há tempo.
Não tenha medo de sí. Ama-se. E se você se ama, você não causará nenhum mal a si mesmo.
Somente uma dor, um medo, um desconforto, igalmente ao de um pai ao educar o seu filho.
Ele dá a prova, ele permite danos, sicatrises, erros, choros, mas em seguida sabe que o filho experimentou aquilo.
Não sou um ser que enalatecedor da tristesa. Não quero nobilitar à morte. Quero engrandecer à vida. E quero mais ainda, buscar na minha tistesa, naquilo que me remete à morte, base para entender a vida que não tem lógica.
O que é seu, ninguém pode tocar.
Se você não conhece o seu, você automaticamente se torna um bém público. Todos te conhecem. Todos tem direito de te tocar. Todos sabem da sua vida. Porque esta vida não é a sua.
Abramos nossos olhos ao fechá-los intensamente.
Entendamos nosso próprio mundo. Eu o meu, e você o seu.
Busquemos nutrientes que condizem com a nossa verdade.
Lute contra você.
Eu quero lutar contra mim.

De visão em visão, rumo a divisão.
Expanda a sua visão... E os seus olhos se abrirão.
Lute.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Repetindo tudo que ja foi dito, eu repito.
Consumindo tudo que está sendo oferecido, eu vomito.
Das antíteses vem os pontos de interrogação.
Caso eu fuja pelo vão, fugirei em outro direção,
Não encararei de frente, e serei punido na reencarnação,
Lugo mais um fujão.
Um sujo imundo, que se intitula sujismundo,
vagando e tentando entender porque ele entende por tempo determinado, o linguajar do mundo.
Se eu digo um ‘’ai’’, em breve ele já o terá trocado
por um ‘’oi’’, um ‘’olá’’, ou até  um ‘’Eu te amo’’.
Ja entendo agora essa mania de tentar seguir os passos de um sigano.
Em um mundo completamente enganado, o sujismundo vive pelo engano.
Ao ouvir tanta falta de afeto, ele absrove ‘’amor’’, e vive por ai feliz, e ainda ‘’ama’’ o ser humano.

Dualidade

E se quiserem mais ja sabem onde procurer
Em que momento eu parei?
Se eu parei me desculpa... Eu não tive tanta culpa...
Mas não vim de deculpa...

Vim me descobrir, me despir, me dispor, a tentar te encarar...
E se quiserem mais ja sabem onde procurer
Logo onde vou me esconder?
Ele não fez o que você imaginava... Eu se permitiu viver...

Ela não chora mais pelos cantos.
Ele não banca mais o coitado.
Ele não espera mais sua aval.
Ela não é mais a princesinha delicada.

E caso eles vontem a se encontrar?
E  caso eles queiram vir buscar?
Já digo que eles encontraram a paz de espírito,
E eu aqui tendo escrito, irei eternamente os despistar.

A vontade de escrever é mais forte que eu.

Insituando sitiações em casas,
Lares e aposentos
Dentro dos limites, dentro dos ouvidos
Dos que querer sempre mais

Existiria além da vida outra forma de enrgia
Mas que mera energia, aqui jás me satisfaz...

Entrelaçando o mero ao supero hiper e se aquecendo em novas águas
Nos rios porfundesas em barreiras imaginárias
Que são postas e derrubadas,
Me remetendo a entrada de ar nos pulmões
E a solta do ar na atmosfera

Quem seria o ilumidado,
Que desbanca qualquer banca?
Que assombra a luz turva?
Que se achega ao ser mais fechado
Que não se molha na chuva...?

Desventura decrescente.

Ná razão do homem há sempre duas vertentes
Ou ele é verdadeiro ou ele mente.

Enquanto calos não são tratados
Os mais ousados do outro lado da cidade conseguem se deleitar
Mas não são os ameaçados a minha vontade
São os desintereçados que quero alcansar.

Entrando em suas casa. Invadindo suas casas.
Sem armas de guerras em apunhaladas como fechamento de um livro,
E sim com palavras que ruminarão em seus raciocínios, como a alimentação de um herbívoro

Sonoridóro adoro a arte, suas peculiariedades, difíceis de serem trasmitidas
Em uma mente um mundo... E uma letra, apenas uma avenida.

Quem seria o construtor, que não se iguala, que não se abala,
Que nos embala, que se inala?
Quer uma bala? Percorra as cores e as visões tonteantes
Onde antes era luz, hoje restaram os mais puros lápsos de dúvida
Que em si ja gera mais duvida,
Remete a rubrica.

Aqui a minha, entrando em ninhos, correios, veias, e canais dentários
Como cheiro dos elementos das aquas de fiori, de respectivos boticários.
Tratamento que me protege, minha letre me guia.
Mas se ela não mais for escrita, haja paz onde um dia
Tudo foi visto, sentido, tentado se manifestar.
Quero mostrar para mim mesmo, que não quero nunca parar.

domingo, 26 de junho de 2011

Assunto gera mais assunto. E eu espero que seja assim para sempre.

sábado, 25 de junho de 2011

A previsão e a espectativa andam na mesma direção.
A imaginação é a ponte.
A frustração é a margem.
Quanto mais eu concluo. Ai que eu vejo que eu preciso buscar mais...
A frustração depende de um motivo. Se não existe motivo, a frustração também não existe.
Na medida do possível, a contagem é desordenada...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Chato é ter tudo na mão, mas em mãos não ter nada...

domingo, 12 de junho de 2011

Comoção - Você vê como são as coisas, quando elas são do jeito que elas devem ser.
O que nos mostra a REALIDADE, não é o que nos provoca sentimentos, nos dando raiva, ódio, amor, tristesa, alegria. A relidade se mostra, quando nos da branco. É quando o tudo, se iguala ao nada. Nenhuma reação. Nenhum esboço. Nenhum parâmetro. Branco.
É só fazer questão de uma forma alternativa que insentiva a minha esquiva, em outra viva... Perspectiva.
Seja parâmetro me embalo nesse jogo ruma ao simples fato corro por sair do pensamento desse embolo.
De embolada, pois nâo tem nada que me empolga mais do que ser parte da contravenção pensada, e formulada.
Reticências e inocências, às malevolências...
Conhecidências, coincidem em coincidências milagrosas,
correspondências de referência duvidosa, inesperadas, desnorteantes, pavorosa...
Uma prosa, um prozac e uma rosa. Uma cantiga, contagiando a lógica em pauta.
Concomitantemente ansiosa.
É o retrato falado, dito, escrito, esmiuçado. Porta sem fechadura, que porta o retrato.
A fé joga com a causalidade. A sorte acredita na coincidência.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

É onde o Ego tenta se merecer. Se enaltecer. Se nobilitar. É ali que está o problema. Grande possibilidade de dano.
A partir do momento que um precesso é compreendido, ele já evolui. Resta entender as diversas relosuções a cerca das novas resoluções sobre aquele mesmo. Melhor do que ser, é saber que posso chegar a ser.
Tem um mendigo aqui que se acha inferior...
Tem uma estrela por aqui que se acha intocável.
Eu vi uns menininhos brincando, achando que não são extemamente importantes para o mundo.
Vi uma árvere, se pondo em segundo plano em seu pensamento...
Uma nascente que se via como um detalhe.
O mundo é tão ilógico, que nem ao certo uma afirmação é necessáriamente afirmação.
Um adeus pode ser uma saudade a menos.
Mas toda verdade, nunca deixará de ser mentira.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

É...

Sabe aquele cara... É aquele...!
Esse mesmo que se faz de sonso nas horas que o problema aperta.
Aquele cara que você odeia, que tem aversão, raiva, despreso...
São maneiras maneiras de diversas maneiras que nos mostram que esse cara sabe também quem é você.
Uma maneira de enteder... Olhe ao seu redor. Uma maneira de conhecer? De ser? Tenha dó...
Não fale desse cara, e saiba bem olhar pra ele, e o que pode acontecer.
Essa cara que você odeia, quando menos percebe, pode virar você.