Essa rua as vezes é tão longa...
Requer recursos que não foram
apresentador, para serem aprendidos...
Já no início na esquina,
Ao passar a encruzilhada
Sinto um sintoma de mistério, entre folhas e cacos de vidros
Essa luz, as vezes, é mais fraca e opaca,
Essa estrada tem o muro, o vizinha, a matraca,
O bom dia, cafezinho, pão, manteiga e a faca,
Quem saca vê logo,
Que nesse monólogo,
Ao ver a lua me sinto um astrólogo,
Tem os carros, o bell-air antigo estacionado,
E tem o conversível famoso do ano estagnado
Chuva desce neste lado, as vezes é mais molhada,
é a rua, não estrada,
Janela aberta, fechada,
O cheiro do verde
As vezes mais intenso, comemoro que eu moro, e adoro o clima denso.
Se as vezes, se as muitas, se as tantas...
Cantas que seus males espantas, planta sempre caem as vezes ficam...
Nessa rua sou eu e deus,
As vezes o demônios criticam, indicam,
Evidenciam que cadenciam uma marcha fúnebre,
E eu sigo eu e deus com meus passos de imparcialidade..
As vezes, as vezes pela calçada. Cansada calçada alçada ao sal das pessoas que vem do mar.
Agora esta longe, mas amanhã tenho fé que estará mais fácil de caminhar.
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