Cada minuto que passa eu me sinto mais idiota que antes...
De tudo que eu falo, concluo a minha idiotice. Ignorância. Preocupação desnecessária.
De tentar mostrar, de tentar dizer, de esperar a resposta, de querer atingir... Realmente, estupidez...
E se é estupidez, essa agora, também, não deixa de ser. Sendo assim, numa dessas burrices eu trago algo importante.
Não adianta falar. Não adianta se mostrar. Não adianta querer ser, querer ser reconhecido, querer ser famoso, querer atingir... Está tudo ai. Não há necessidade de busca, de obcessão. E chega a ser algo trivível... Mas é, e eu reafirmo.
Se pensam algo de mim. Pensem. Se não me conhece, não tem problema. Se me conhecem, Olá. Se são amigos, contem comigo.
Falar é falar e falar e falar e falar e falar e falar... A grande verdade e aquilo que não é mais estupidez, é o que está por tras destas letras, por tras deste poema, deste texto...
Eu. Isso não é estupidez. Eu no meu mundo sou eu. E nesse mundo eu sou estúpido.
Não sabem de onde eu vim... Não tem noção pra onde eu vou... E não fazem idéia por onde estou indo...
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